Interlúdio
- Eduardo Henrique

- 14 de set. de 2023
- 1 min de leitura
Atualizado: 18 de set. de 2023
No passado que reluz reflete,
No interlúdio que nos deleita promete,
No futuro que incansável persegue,
Reverbera uma morte frenética.
À vida poética, anseio um abraço,
Em busca de adrenalina, meu passo,
Preso em uma preguiça, eterna no espaço,
Será que alguém ousa o 7º sino, então faço?
Realmente, factualmente, no emaranhado,
Da existência, do viver ou do morrer, arrojado,
Onde tudo é um jogo, o destino traçado e
Nele, encontrar significado: triste e humano fardo.
Será que alguém, na busca por amor, morreu contente?
Será que alguém, algum dia, conseguiu
Qualquer coisa, viver ou morrer, finalmente?




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