Das Bailarinas e da Lua
- Eduardo Henrique

- 22 de mar. de 2024
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De volta em voltas, bailarina que vem e vai, que flutua e que cai – em meus braços – de volta. Como água que caí do céu, tropeça em meus olhos. Como a água que cai dos olhos, tropeça, comigo, no céu. Baila, como os cabelos ao léu do vento na crina do cavalo. Crina como baila o vento por entre os cabelos no pescoço do cavalo. Livres na lua, nossa manada batendo os cascos, energia emanada, pele minha – pele tua. Na rua, amantes livres, duas pessoas – o amor e sua amada, seu exército, sua armada. Vai e cai, parte e volta, rédeas soltas, certezas absolutas, cambalhotas e reviravoltas... Pra sempre, aguardo teu retorno à minha porta.




Talento nato, parabéns meu amigo.